Trombose e Possibilidade de Doar Sangue. Após o diagnóstico e tratamento da trombose – uma condição vascular em que há formação de coágulo(s) na parede dos vasos sanguíneos capaze(s) de obstruí-los e, consequentemente, impactar o fluxo natural –, é comum que ainda surjam dúvidas sobre o que pode ser feito em seguida ou se há restrições específicas para cada paciente.

No caso daqueles com questionamentos envolvendo a doação de sangue, a indicação depende de diversos fatores, como é possível conferir ao continuar a leitura deste artigo.

Trombose e Possibilidade de Doar Sangue

Em se tratando da doação de sangue por parte de pessoas com histórico de trombose, a possibilidade está atrelada a diferentes pontos, como o tipo de condição, fato de estar realizando tratamento, histórico, uso de medicamento e tempo após tratamento, por exemplo.

Tipo de Trombose

Nos casos de pacientes que tiveram ou ainda têm EP (embolia pulmonar) aguda ou prévia não há possibilidade de doar sangue.

Tratamento na Atualidade

A doação igualmente é contraindicada diante deste cenário porque os anticoagulantes ainda se encontram em atividade no sangue, podendo ser transferidos à pessoa durante a transfusão.

Trombose Tratada

Quem apresentou mais de um episódio da condição (trombose recorrente), faz uso de anticoagulante ou tem alguma trombofilia diagnosticada está impedido de doar sangue. Entretanto, diante de um quadro isolado de trombose com causa definida e tratada há um período superior a seis meses pode passar por uma avaliação individual no hemocentro de sua escolha.

Tempo Após Tratamento

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Por não contar com um estudo específico, a doação de sangue segue as recomendações de outras condições, ou seja, em caso de não apresentar contraindicação definitiva, a pessoa deve esperar um período mínimo de seis meses após a conclusão do tratamento para doar.

Anticoagulante

Enquanto isso, os pacientes que ainda tomam anticoagulantes mesmo após o tratamento da trombose estão impedidos de fazer a doação.

Diagnóstico de Trombose

Por essas razões, o ideal é se atentar aos sinais e procurar a médica especialista em Angiologia e Cirurgia Vascular para confirmar a suspeita de trombose, e providenciar o tratamento imediato, evitando, consequentemente, possíveis complicações, como EP e síndrome pós-trombótica, por exemplo.

Sendo assim, ao identificar dor, queimação, inchaço e alteração na pele, especialmente nos membros inferiores, ou ficar ciente de fatores de risco, tais como, ter perfil de sedentarismo, estar acima do peso, ser do sexo feminino, passar por longas hospitalizações e/ou imobilização prolongada, fumar e ingerir álcool, o recomendado é agendar uma consulta com o especialista para verificar se trata-se de um quadro de trombose ou prevenir o surgimento da condição.

Do mesmo modo que tal profissional está apta a fazer recomendações gerais em relação aos cuidados pós-cirúrgicos ou depois do uso de medicamentos – incluindo, manter o peso indicado por um especialista, se movimentar diante de longas viagens, priorizar uma boa alimentação, fazer uso de medicamentos prescritos e meias de compressão específica, adicionar ou manter a prática regular de atividade física e manter-se constantemente hidratado.

Assim como tende a indicar, inclusive, se o paciente em questão pode doar sangue ou se o quadro apresentado, como o de recorrência da condição, por exemplo, resulta em um impedimento definitivo para realizar esse tipo de ação.

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