Falta de ar súbita, dor aguda e inexplicável, palidez, batimento cardíaco e respiração rápidos, tosse, suor excessivo… Após a consulta médica, o diagnóstico é passado: embolia pulmonar. E agora? O que é preciso fazer? Há tratamento? É possível ter uma vida normal?

Continue acompanhando este artigo para saber as respostas para essas perguntas e o que fazer diante de um diagnóstico de Embolia Pulmonar.

Embolia Pulmonar e Possibilidade de Vida Normal

Primeiramente, é preciso explicar que a embolia pulmonar acontece quando um coágulo de sangue formado em alguma área do corpo se move por meio da corrente sanguínea e se fixa nos vasos pulmonares, fazendo com que ocorra uma restrição do fluxo para o órgão, uma redução dos níveis de oxigênio e um aumento da pressão sanguínea nas artérias da região.

Assim sendo, para saber se uma pessoa que teve embolia pulmonar pode ter uma vida normal, é necessário avaliar o tipo e a gravidade de cada caso, e a velocidade com que o diagnóstico e tratamento foram feitos. Sem contar que a expectativa de vida também sofre influência de outros fatores, tais como idade e saúde geral do paciente.

E apesar de a embolia pulmonar originar do tipo de coágulo sanguíneo mais perigoso e, por isso, representar um risco fatal potencial, normalmente, a população consegue se recuperar após a condição ser diagnosticada e tratada.

Expectativa de Vida

Após uma EP, é preciso que o tratamento hospitalar ou domiciliar seja iniciado imediatamente para auxiliar na prevenção de complicações graves, do crescimento ou da extensão de coágulos, e da formação de novos coágulos.
Portanto, após seguir as recomendações médicas, que tendem a envolver o uso de anticoagulantes, o paciente pode se recuperar completamente ou apresentar sintomas de longa duração – por isso, existe a explicação de que depende da saúde geral de cada um, do tipo e da gravidade da embolia pulmonar.

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E conforme abordado, é possível que algumas pessoas apresentem complicações, que podem envolver inchaço persistente, dor, descoloração da pele na área afetada, dano pulmonar crônico, coagulação adicional e problemas psicológicos.

Além disso, outros pacientes podem apresentar uma síndrome pós-embolia pulmonar, por um período aproximado de três meses, que tende a gerar falta de ar persistente e qualidade de vida prejudicada.

Fatores de Risco

Alguns fatores podem desencadear outra embolia pulmonar, então é preciso se atentar a lista a seguir e conversar com o médico especialista em angiologia e cirurgia vascular para que as medidas necessárias sejam providenciadas:

  • Alguns tipos de câncer;
  • Cirurgia anterior;
  • COVID-19;
  • Distúrbios do sangue que afetam a coagulação;
  • Doença cardíaca;
  • Imobilidade por período prolongado.

Dicas para Ter uma Vida Normal

Para alcançar o objetivo de ter uma vida normal, é necessário se atentar a algumas recomendações médicas que podem ser fundamentais em alguns casos, como:

  • Fazer acompanhamento regular para monitorar a condição e verificar a necessidade de prolongar o tratamento;
  • Procurar por sinais de alerta e entrar em contato com o médico em caso de apresentar alguns sintomas, como dor, inchaço, facilidade no surgimento de hematomas e sangramento inesperado;
  • Realizar exames de sangue e imagem periodicamente para monitorar a dose dos medicamentos e o tamanho do coágulo de sangue;
  • Modificar o estilo de vida, se for o caso – um exemplo é a sugestão de parar de fumar;
  • Se atentar à alimentação e ingestão de líquidos;
  • Manter as atividades físicas ou seguir a lista de exercícios específicos passados por especialistas;
  • Fazer uso das meias de compressão;
  • Cuidar da saúde mental;
  • Se atentar às noites de sono para auxiliar na recuperação e prevenir os riscos.

Logo, é fundamental fazer acompanhamento médico para que o profissional consiga avaliar cada caso, fazer o diagnóstico e iniciar o tratamento o quanto antes para que a pessoa consiga aumentar as chances de ter uma vida normal ou diminuir os fatores que possam influenciar cada vez mais no seu quadro clínico.

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