Trombose Após uma Infecção. Devido ao fato de a coagulação e o sistema imunológico trabalharem juntos caso se machuque e precise se manter saudável, quando há uma alteração em algum deles, pode haver um desequilíbrio.

E assim como a resposta à inflamação, a infecção tem influência considerável (de 2 a 20 vezes) na formação de coágulos de sangue que tendem a ser prejudiciais, como os da TVP (trombose venosa profunda) e EP (embolia pulmonar).

Casos de Trombose e Tipos de Infecção

Conforme brevemente mencionado, a infecção é considerada um fator de risco para a TVP, porque a mesma tende a desencadear o processo de formação de um coágulo sanguíneo. Isso porque a infecção causa uma inflamação, o que aumenta as chances de o sangue acabar coagulando.

Logo, a probabilidade de ter uma trombose após uma infecção está associada ao nível de inflamação corporal, porque substâncias químicas são liberadas com o intuito de tentar controlar o quadro.

Por isso, é importante se atentar aos tipos de infecção capazes de influenciar no surgimento de trombose, inclusive, os que apresentam maior probabilidade de resultar em complicações, tais como, pneumonia e infecções urinária assintomática, orais, na corrente sanguínea e do vírus causador da COVID-19 (independentemente da gravidade e mesmo após a recuperação).

Sem contar que igualmente pode ser observada em crianças que apresentam condições agudas, como sepse (infecção não controlada), enterocolite necrosante, otite média e infecções pulmonares crônicas, por exemplo.

Sintomas Típicos da Trombose

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Independentemente de apresentar ou não uma trombose após uma infecção, é provável que o paciente observe sintomas como dor nos membros inferiores, coloração avermelhada, inchaço e sensação de calor, por exemplo. Porém, isso não impede que algumas pessoas não identifiquem sinais característicos, ou seja, se tratam de casos assintomáticos.

Fatores de Risco

Além da infecção, as chances de acometimento por um quadro de trombose aumentam quando há presença de determinados fatores de risco, tais como:

  • Apresentar lesão;
  • Estar acima do peso ou ter obesidade;
  • Estar gestando;
  • História familiar de TVP ou EP;
  • Idade acima de 60 anos;
  • Mobilidade reduzida;
  • Permanecer por um longo período de tempo na mesma posição;
  • Tabagismo;
  • Ter câncer, doença inflamatória intestinal ou insuficiência cardíaca;
  • Ter se submetido a um procedimento cirúrgico.

Portanto, os casos de trombose após infecção tendem a apresentar maior probabilidade quando somados aos fatores de risco, que igualmente podem envolver:

  • Abuso de drogas intravenosas;
  • Algumas condições sanguíneas;
  • Cirurgia recente ou com no máximo quatro semanas;
  • Distúrbios imunológicos;
  • Fraturas ósseas;
  • Uso de pílula anticoncepcional oral ou terapia de reposição hormonal com estrogênio.

Tratamento de Trombose Após uma Infecção

Apesar de não haver um tratamento específico para os quadros de trombose após infecção, a tendência é que a profissional considere um controle da condição vascular e do risco de agravamento da infecção, recomende que a pessoa evite os riscos de sangramento e use medicamentos específicos, por exemplo.

Por isso, o ideal é estar ciente dos fatores considerados de risco para condições vasculares, do histórico na família e se atentar aos sinais conforme começarem a surgir. Sem contar que a recomendação é manter consultas e check-ups periódicos, e marcar uma consulta com a médica especialista em Angiologia e Cirurgia Vascular assim que receber o encaminhamento ou suspeitar de alguns indícios.

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