Nova Trombose. Apesar de ser, em alguns casos, assintomática, ao observar dor aguda, inchaço, vermelhidão e aumentos da sensibilidade e temperatura localizada, o aconselhável é se consultar com uma médica especialista em Angiologia e Cirurgia Vascular para verificar a possibilidade de um diagnóstico de trombose, uma condição circulatória caracterizada pela formação de trombo, que acaba obstruindo ou dificultando a circulação sanguínea natural.

Diante de uma confirmação, exames podem ser solicitados para analisar a saúde geral do paciente com o intuito de indicar as melhores opções de tratamento disponíveis para o quadro apresentado, podendo envolver, normalmente, o uso de medicamentos ou um procedimento cirúrgico.

Possibilidades de Nova Trombose

Geralmente, um histórico de trombose não é sinônimo de recorrência, porém, aqueles que apresentam quadros de trombofilia tendem a estar suscetíveis a tais acontecimentos.

Por isso, os especialistas recomendam cuidados específicos que precisam ser seguidos ou mantidos ao longo da vida, e acompanhados periodicamente para evitar que a pessoa tenha trombose novamente e, consequentemente, minimizar as possíveis consequências.

Nos casos de TVP (trombose venosa profunda) – quando há formação de coágulo de sangue em uma veia profunda –, a recorrência é uma das possíveis complicações após o primeiro acometimento, o que ocorre cerca de cinco anos após estar livre da condição, sendo influenciada, provavelmente, pela quantidade e gravidade dos fatores de risco associados.

Assim como igualmente recebe influência do uso de anticoagulantes como forma de tratamento da TVP quando é tolerável pelo paciente em questão. Do mesmo modo que outras pessoas podem ter trombose novamente dois anos depois de descontinuar o tratamento com anticoagulante.

Riscos de Coágulo Futuro Após TVP

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Nos casos de TVP, o surgimento de uma trombose novamente depende de diversas motivações, como ter câncer, por exemplo, assim como tende a aparecer de forma espontânea, ou seja, sem influência de fatores de risco.

Fatores de Risco

Em se tratando de outros exemplos de quadros, entre os principais fatores de risco associados ao surgimento de trombose em uma pessoa estão:

  • Abuso de drogas intravenosas;
  • Anticoncepcionais orais;
  • Câncer;
  • Determinadas condições sanguíneas;
  • Distúrbios imunológicos;
  • Fraturas ósseas;
  • Genética para coagulação e trombofilia;
  • Gravidez recente;
  • História de câncer, doença cardíaca e hipercoagulação;
  • Histórico de cirurgia no período máximo de quatro semanas;
  • Idade acima de 40 anos;
  • Imobilidade, principalmente após viagens longas ou permanecer por um período prolongado em repouso;
  • Imobilização;
  • Infecção por SARS-CoV-2, vírus causador da COVID-19;
  • Insuficiência cardíaca;
  • Lesões nos vasos;
  • Obesidade;
  • Procedimentos cirúrgicos recentes;
  • Reposição hormonal;
  • Tabagismo.

No caso de trombose recorrente, estudos apontam uma incidência maior em pacientes do sexo masculino e em uma faixa etária acima de 40 anos após apresentar o primeiro quadro de TVP.

Enquanto isso, outros estudos sugerem uma recorrência de trombose provocada por influência de idade avançada, distúrbios da circulação, câncer, procedimentos cirúrgicos, história de insuficiência venosa, restrição de atividade física, fatores de risco persistentes, embolia pulmonar, sintomas de comprometimento da circulação venosa prejudicada no momento da alta, tromboembolismo e tempo de internação.

Prevenção de Recorrência da Trombose

Com o intuito de ter a chance de tentar prevenir o surgimento de uma trombose novamente, a médica especialista em Angiologia e Cirurgia Vascular pode prescrever e indicar cuidados específicos, tais como:

  • Elevar os membros inferiores, especialmente, no final do dia;
  • Evitar o tabagismo e permanecer por longos períodos de tempo na mesma posição;
  • Fazer uso contínuo de anticoagulantes – em casos de risco geral de sangramento baixo a moderado ou com realização de intervalos durante períodos envolvendo alto risco;
  • Fazer viagens de longa distância seguindo as orientações profissionais, como manter-se hidratado e realizar os exercícios de mobilidade dos membros inferiores;
  • Informar os médicos com que se consulta sobre o quadro para que os tratamentos não influenciem na recorrência de trombose;
  • Manter o peso estipulado pelo especialista;
  • Realizar atividade física periodicamente;
  • Usar meias de compressão conforme indicação médica;
  • Verificar a possibilidade de submeter-se a massagem na região acometida, por causa do risco do trombo soltar-se com movimentos vigorosos.

Portanto, o ideal é manter o acompanhamento periódico com a sua médica especialista em Angiologia e Cirurgia Vascular, que está apta a analisar seu quadro, tratá-lo devidamente e orientar em relação aos risco de recorrência e dos cuidados que devem ser mantidos, providenciados e eliminados. Assim como pode verificar demais condições vasculares que podem surgir ao longo do tempo ou após identificação dos fatores de risco.

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