Trombose Após Cirurgia Plástica. Após submeter-se a uma Cirurgia Plástica, alguns casos podem envolver a formação de coágulos sanguíneos em regiões que não passaram pela intervenção médica, principalmente dos membros inferiores.

Logo, os riscos de uma pessoa ser acometida por trombose após cirurgia plástica dependem de diversas variáveis, tais como, tipo de procedimento adotado, duração, condição geral pré-existente e adoção de medidas preventivas adequadas.

Como Evitar Trombose Após Cirurgia Plástica

Para evitar os riscos de trombose após a cirurgia plástica é fundamental que o paciente e o médico responsável pelo procedimento estejam alinhados em relação à presença de condições pré-existentes, ao histórico da condição venosa ou mesmo ao uso de medicamentos.

Outro fator capaz de reduzir as chances de seu surgimento é seguir as recomendações, adotando as medidas preventivas indicadas pelo profissional antes, durante e após a intervenção médica.

Entre elas é possível citar que, antes de se submeter a cirurgia, precisa estar com os exames de sangue em dia e com bons resultados, suspender o uso de anticoncepcional e operar dentro do peso ideal.

Durante o procedimento pode ser indicado o uso de meias elásticas específicas, massageador voltado para estimulação da circulação, se atentar à duração do procedimento e possibilidade de ser concluído em um único dia.

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Em seguida, é essencial se movimentar o quanto antes, respeitando os cuidados necessários, permanecer usando as meias e/ou iniciar as sessões de fisioterapia o quanto antes, se for o caso.

Causas Prováveis

De acordo com o que foi brevemente exposto, as causas variam conforme alguns fatores:

  • Anticoncepcionais orais: considerados fatores de risco para TVP (trombose venosa profunda), o profissional pode recomendar a suspensão ou substituição do método antes da cirurgia;
  • Após o parto: nos primeiros meses, o corpo ainda apresenta alterações hormonais típicas do puerpério, o que aumenta as chances de formação dos coágulos;
  • Doenças reumatológicas: é necessário providenciar uma avaliação do reumatologista de confiança para saber sobre a possibilidade de surgimento da condição venosa;
  • Duração prolongada: a depender da extensão, complexibilidade e quantidade de cirurgias planejadas, o ideal é conversar com o médico sobre a possibilidade de fazer em um único dia ou mais;
  • Imobilização prolongada: é recomendado seguir as orientações dos especialistas relacionadas ao repouso, aos limites das movimentações e ao período de restrição;
  • Histórico de trombose: com medidas adicionais no planejamento envolvendo as etapas pré e pós-operatórios é possível reduzir os riscos aumentados desse fator;
  • Obesidade: por ser considerado um fator de risco, o recomendável é que a cirurgia somente seja feita perto do peso ideal e com um IMC (índice de massa corpórea) adequado;
  • Predisposição genética: algumas mutações genéticas são capazes de aumentar as chances de deixar o sangue predisposto a coagular, em que o sistema é estimulado durante o procedimento;
  • Problemas de coagulação: acontecem quando o sangue coagula com facilidade ou em excesso.

Principais Riscos Associados à Trombose em Cirurgias Plásticas

Neste caso, os riscos estão relacionados ao surgimento de TVP, ou seja, a formação de coágulos aparece nas veias profundas, com chance de se deslocar até o pulmão, gerando a EP (embolia pulmonar), comprometendo o fornecimento de oxigênio.

Por isso, estar ciente sobre os fatores de risco, se atentar aos sintomas (tais como, aumento no tamanho da perna, dor localizada, enrijecimento da musculatura em uma região, vermelhidão, calor e sensação de peso nos membros inferiores) e se consultar com a médica especialista em Angiologia e Cirurgia Vascular ajudam a evitar o surgimento de trombose após a cirurgia plástica.

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