Aliviar a Dor da Trombose. Ao sentirmos dores musculares, é comum investirmos em práticas que possam nos proporcionar um alívio. E uma delas é fazer uso de pomadas; mas além de poder provocar alergias, queimaduras e irritação cutânea, se houver uma condição médica associada ao sintoma, como uma trombose, as consequências tendem a aumentar ou ser diferentes.

Então, o que fazer caso haja a desconfiança ou mesmo confirmação de um quadro de Trombose? Continue acompanhando este artigo para saber quais Práticas Ajudam a Aliviar a Dor desse tipo de condição vascular.

Aliviar a Dor da Trombose

Primeiramente, é válido explicar ou reforçar que a trombose se trata de um desenvolvimento de coágulos sanguíneos no interior das veias das pernas e coxas, que acaba entupindo a passagem do sangue.

Normalmente, é acompanhada por sintomas que incluem inchaço persistente, formigamento, calor, sensibilidade, vermelhidão e dor na panturrilha. E quando tal sensação se faz presente, principalmente nos membros inferiores, existem práticas que são capazes de atuar no alívio da dor da trombose.

Disponibilidades Cotidianas

Algumas das recomendações médicas podem envolver o uso de meias de compressão com as suas devidas especificações e a ingestão de chás com propriedade antitrombótica, que igualmente dependem de uma indicação médica, principalmente se forem associados com medicamentos anticoagulantes.

Outra prática que ajuda a aliviar a dor da trombose é optar por banho gelado, por causa do seu efeito anti-inflamatório, que acaba ativando a circulação e promovendo a vasoconstrição.

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Assim como a adoção de fotobiomodulação (com uso de LEDs vermelho e infravermelho), uma terapia a laser de baixa intensidade. Sem contar que a compressa fria também é uma aliada da diminuição da dor, porque provoca uma compressão dos vasos sanguíneos.

Recomendações Gerais da Trombose

Além dessas práticas que auxiliam no alívio da dor da trombose, existem recomendações gerais aos pacientes em relação aos cuidados e tratamento, por exemplo. Uma delas envolve a inclusão da prática diária e regular de atividade física – o repouso tende a ser indicado em situações específicas por se tratar de um dos fatores responsáveis pela formação da condição.

Outros cuidados incluem adotar ou manter uma dieta balanceada – fazer um acompanhamento nutricional pode ajudar em relação ao que pode ser consumido e em que quantidade e frequência.

Assim como manter o peso apontado por um profissional, se atentar ao histórico familiar, tratar demais condições médicas e realizar as consultas periódicas com os seus respectivos especialistas de acordo com as necessidades.

Já em relação ao tratamento, um(a) angiologista e cirurgiã(o) vascular avalia o quadro e a condição geral de saúde do paciente para indicar as melhores opções, também levando em consideração a idade, tolerância para medicamentos e histórico médico, por exemplo.

A partir disso, pode recomendar medicamentos anticoagulantes somados ao repouso (com as devidas orientações de movimentos), uso de cateteres ou demais remédios que possuam substâncias capazes de ativar o plasminogênio tecidual e/ou as enzimas.

Logo, é fundamental marcar uma consulta com o profissional ao observar sinais específicos – independentemente de se tratar de um possível quadro de trombose ou não –, manter os exames gerais e check-ups em dia, e retornar aos atendimentos periodicamente, o que depende de cada especialista e do acompanhamento que esteja fazendo.

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